segunda-feira, 4 de outubro de 2010

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Joaquim Carvalho Filho

Joaquim Antonio de Carvalho Filho, nasceu no dia 16 de maio de 1988 na cidade de Colider, onde vivera somente os primeiros anos de sua vida, antes de partir para o Paraná por aventura e necessidade de seus pais. Ainda quando criança veio para Sinop, cidade que vive há mais de 18 anos. Estudante de Pedagogia no último semestre e pós-graduação em Filosofia e Sociologia. Conheceu a literatura no fim dos seus 16 anos e logo sua liberdade na escrita. Concluiu três livros no decorrer de sua trajetória como escritor. “Deus não sabia do sonho de Haendel”, Romance publicado pela editora Corifeu e Cidadela. “Uma decisão para curar a dor da existência”... Romance publicado pela editora Cidadela e Ponto Cultura. “Na companhia dos pensamentos”, Coletânea de pensamentos publicados pela editora Ponto Cultura.





Sinopse e trechos das Obras


Deus não sabia do sonho de Haendel



Sinopse
A história de um rapaz intrigado pelos seus pensamentos sobre o Deus Bíblico, que viverá perturbado por uma enfermidade” não convencional em sua vida, tudo à procura de respostas doces e suaves, mas que não terá com facilidade. O único sustento de sua existência serão seu primoroso sonho despertado em seu íntimo e “uma jovem” que entregará o seu puro amor a ele; com defeitos e qualidades, descobriram o sentido de uma vida conjugal. Logo, com uma desestruturação emocional, “um verdadeiro amigo” lhe despertará a vontade de viver novamente, tudo para ser realizado seu grande sonho. Um verdadeiro amigo? Velho andarilho; filosofo observador, segue um raciocínio interior e exterior sobre o ser humano e, um Deus que lhe decepcionou. Monitorado por suas convicções, filósofa e reflete. Pessoa suave, ameno e simpático; Personifica a luz em seu interior traumático. Ao encontrar um rapaz tradicional, dissipa o diálogo, leva suas filosofias a fundo, propondo novos caminhos. Captando do rapaz, suas angústias e suas alegrias, verdades e paradoxos, juntos a suas inclinações, observa os atos individuais subsistentes no mundo dos seres humanos. Haendel, o rapaz! Sonhador e confuso, seguidor de uma filosofia cristã conservadora, terá uma surpresa em sua vida, quando se encontrar com um senhor que vive no mundo segundo a existência, somente ela; Oh, proeza que devemos aceitar. Com um desencontro ideológico, moral e intelectual: dissolveram suas intrigas em águas amargas, como se fossem um só corpo, mas sendo seres vivos racionais, uma amizade os pegou meio ao suspiro necessitado por espíritos livres. Sofia, a jovem! Moça culta, disciplinada com seus propósitos acumulados em seus sonhos. Influenciada levemente por algumas obras de Nietzsche e seu veneno destilado em assuntos, tais como a moral, a arte, a religião, os costumes, a política e outros. Violonista clássica de uma orquestra egional da cidade que mora, estudante apaixonada e fiel a Nicolau Paganini, Frédéric Chopin e Beethoven. Conhecera um rapaz, Haendel, e vivera uma amizade e logo um momento de amor conjugal. Quem realmente será esse velho amigo de Haendel? E essa enfermidade, de que se trata? O narrador da história se revelará em algum momento? Capítulo 1

A vida normal considerada pelo ser humano é a forma mais fácil de viver! Caminhando em uma rua escura, onde não passava quase ninguém, um rapaz normal como todos os outros, parecendo uma ovelha num lugar onde estava esperando a matança, alimentado pela sociedade que o fazia exatamente da maneira imposta por ela, estava fumando um cigarro e bebendo uma cerveja. Ao mesmo tempo em que dava uns passos lentos e curtos, bebia a cerveja rapidamente para não esquentar. Olhava para o céu estrelado com um pensamento vago, sem uma reflexão profunda e apurada do propósito dele estar ali caminhando e vivendo em um mundo confuso há tanto tempo. Preso em um universo totalmente complicado. Ele caminhava em direção à sua casa. Passava por várias ruas que estava acostumado a passar, olhava os mesmos detalhes de sempre, como gnomos e duendes de barro, todos espalhados nos jardins bonitos das casas de famílias ricas; árvores com cortes engraçados, calçadas todas desenhadas de maneira que lembrasse épocas antigas, mas que não passavam de cópias baratas e falsas. Já sem a cerveja e terminando de fumar seu cigarro, ele vinha olhando para sua sombra e brincando com os gestos de suas mãos. Chegando à frente de sua casa, os cachorros dos vizinhos começaram a latir. Pegou uma chave no bolso da calça, abriu o portão em silêncio, para não acordar a mãe; já em seu quintal, brincou um pouco com seu cachorro. Como o dia foi cansativo, deixou seu cachorro de lado e com ligeireza entrou em casa. Passando pela cozinha, olhou a geladeira e viu que havia arroz e feijão. A fome tirou a preguiça de por as panelas no fogão para esquentar. Retornou à geladeira e deu de cara com um bife comum de carne bovina, que faria barulho no contato com a frigideira, mas mesmo assim ele o preparou. A fome era grande e queria algo para acompanhar o arroz com feijão, quando tudo estava pronto, serviu a comida em um prato e começou uma degustação sentindo aquela leve brisa que a cerveja tinha deixado em sua mente. Ao terminar a refeição, ele caminhou meio tonto, até o banheiro e escovou os dentes; quando olhou para o espelho, sentiu uma confusão em seus pensamentos e começou a estranhar a maneira que olhava para si mesmo. Apalpando seu nariz e suas bochechas, sentiu que estavam adormecidos, com isso ele começou a compreender que comprar cervejas e bebê-las depois do serviço, deixava a mente um tanto perturbada. Toda aquela experiência que o rapaz vinha aperfeiçoando, deixava-o sempre cansado na rotina de sua vida. Antes de ir para o quarto, suspirou profundamente vendo seu rosto confuso no espelho. Bem de manhãzinha, o rapaz acordou para mais um dia de rotina, que incluía um costume após o serviço. Perto das seis horas da tarde, passava em um barzinho que ficava na esquina de uma escola. Bebia sua seis ou sete latinhas de cerveja e fumava alguns cigarros, depois caminhava em direção à sua casa. Numa quarta-feira, ele ia tranquilo para o aconchego de seu lar com o efeito comum do álcool das cervejas repercutindo em suas ponderações, e encontrou alguns colegas que o chamaram para beber um pouco de vinho em uma praça. O rapaz, totalmente cansado do dia estressante no serviço, estava querendo ir à sua casa para comer e dormir um sono gostoso. Mas refletiu sobre ficar, e esse tipo de convite sempre o animava, então ele aceitou com um sorriso e se juntou ao grupo. No entanto o rapaz refletiu sobre como iria trabalhar no dia seguinte com ressaca. Mesmo antes de beber, desconfiava que depois disso não saberia discernir compromissos... ele sabia que, pelo clima da noite e impulso da diversão, ficaria muito bêbado, e a ressaca seria uma consequência óbvia. Olhava para o céu via as estrelas brilhando mais que o normal, pelo fato de ser uma noite cuja lua se recusou a brilhar, deixando evidente as dezenas de pontículos cintilantes no céu. Dando uma respirada forte, olhou para baixo e pensou: “Do que vale a vida sem um pouco de diversão? Dormimos e trabalhamos quase por ela toda; qual a graça, se não tiver um pouco de diversão durante esta jornada?” Chegando à praça, o rapaz sentiu um clima estranho, não sabia se era por causa das cervejas que antes tinha bebido ou por causa do tempo que não saía com os colegas para beber um pouco. No seu olhar os reflexos passavam rápidos e em sua mente ficava a sensação da estranheza do lugar. Na praça, havia um casal se beijando de maneira extravagante como se esquecessem que estavam em lugar público, eram beijos ardentes e fervorosos, abraços fortes e sensuais, isso fez o rapaz olhar em outra direção e deixar o casal na privacidade dos olhares. Mais à frente de onde estava o casal, havia uma rodinha de amigos e um deles estava tocando violão, não dava para ouvir direito qual era a música tocada, mas dava para ouvir a alegria que o álcool estava deixando neles todos. Na rua, passavam muitos carros e o som se misturava confusamente em quem já tinha dado os seus goles. Um amigo do rapaz chegou perto dele perguntando:
— Haendel, por que você está tão quieto todo este tempo?




Uma decisão para curar a dor da existência...


Sinopse
Uma decisão para curar a dor da existência; é o despertar de um novo sentimento para uma decepção concreta.Frustração que leva o momento decisivo de uma vida desvalorizada pelos acontecidos ao despedir do real, emancipação da sensação diante da proeza ilimitada. Uma vez que a decepção se enquadra na falência dos mais fortes afetos sensíveis do desgosto,de qualquer natureza que estes se penduram, a obra quer romper a maneiratradicional de avaliar os atos do ser humano. Portanto, as medições do sentido da causa, aumentam quando maior for à decepção e a extensão dos ocorridos num passado muito próximo. As compreensões de ligações afetivas que aconteceram com agressividades, destroem com grandeza o mundo feito por tal indivíduo, somente sendo julgada por ele no decurso de sua vida, no funcionamento de sua razão. Poderes liberados de si mesmo, o capacitam para desmistificar os seus próprios valores morais, o indivíduo se capacitará em fazer tudo, portanto será de índole consideravelmente cabível partir a sua história no demasiado pedaço que escolher. Com essas principais informações, o autor discutiu vários assuntos com finalidade de obter uma reflexão em cada um deles, propondo uma linha agressiva em falar de superstições, mas com cautela e senso de limites. Essencialmente para mostrar o mais duro pensamento, uma inspiração pessimista de conceitos o corrompe, exatamente o que faz ser uma imensa consideração aos julgadores.



Capítulo 1

“O sol brilhou para o mundo, mas em algum lugar ele se recusou a brilhar. Deveríamos entender que nem sempre as coisas brilham a nosso favor quando queremos, e a vida é viver para os retornos que às vezes são inesperados. Sorrir, chorar e amar são sentimentos que nos convidaram para sermos vivos e reconhecermos que somos realmente seres humanos. Não basta receber esses sentimentos, mas doá-los para alguém que precisa mais que nós mesmos. Perder a esperança de ter esperança não é valioso para os que não esperam, mas para os que esperam isso tem valor. A quem não tem condições adequadas para esperar, a morte chegará rápida, ou demorará muito. Andar por aí esperando que o acaso lhe salve da morte será uma ótima opção quando realmente o acaso lhe salvar.” E foi assim que acordei em uma manhã fria de domingo, estava em uma reflexão, parecia que minha cabeça pesava a ponto de não a aguentar, algo me consumia por dentro. Estava vivendo como se a vida fosse constituída de medo. Pensava na escuridão que me esperava, e me perguntava: “Por que estou vivendo? Quando morrer, não sentirei falta de meus pensamentos, lembranças vividas com a maior das intensidades?” Algo me dizia que nada estava bom; por mais que eu fingisse que estar perfeitamente normal, eu mentiria para mim mesmo. O mundo me cercava de tal forma que não consigo explicar. Amigos totalmente falsos que eu mesmo me refletia neles… Eu deveria estar sozinho ou mal acompanhado? O que é ser solitário? Viver a vida que Frankenstein viveu? Sim, é possível. Mas a questão dos amigos deveria ser uma fase, ou não? O que importava era que eu estava tentando me afastar deles. Levantei e fui ao banheiro. Lembrei que não teria nada a fazer naquele dia. Beber alguma coisa talvez, andar à toa pelo parque, ou ficar em casa lendo livros de filosofia? Não, isso de novo, não. Teria que ter algo diferente para fazer. Tudo era tão distante de mim, mas nem percebia as diferenças. Queria sair para me divertir, dar risada e viver a vida de qualquer jeito, não ficar sempre pensando que vou morrer, pois, com o tremendo medo da morte, não vivia mais na paz. O mais desagradável de tudo era quando pensava no que me tornaria quando velho, fora a pressão que vinha de todos os cantos de minha mente. Ah! Tanto fazia. Já estava no sofá após ter escovado os dentes. Sentei para sentir mais um pouco da preguiça que me dominava desde quando levantei. A vida me satisfazia e ao mesmo tempo me perturbava. O que me satisfaz, mesmo? Viver, e só viver, seria a resposta? Sim, eu creio que sim. Chegou a hora do almoço, tive que almoçar fora. Minha mãe havia ido viajar, e eu não estava em condições de preparar uma refeição. Provavelmente meus dois irmãos acordariam, e em casa não ficariam para almoçar. Sempre nos domingos eles não ficavam em casa para o almoço, iam aos churrascos e festinhas na casa dos amigos. Eu não me misturava com meus irmãos e amigos, por não fazer do meu estilo de vida o que eles faziam. Depois de eu ter tomado um banho, fui direto ao restaurante comer uma apetitosa refeição caseira. Caminhando àquela direção, o vento batia ardorosamente no meu rosto, cruzava os braços para disfarçar o frio que fazia naquela manhã à beira do meio-dia. Na cidade, parecia que tudo havia parado para a hora que deveria satisfazer todas as pessoas com seus estômagos famintos e cérebros passando mensagens repetitivas para uma refeição ser logo encontrada. Quando menos esperava, eu adentrei no estabelecimento, para minha espera junto à fome ser saciada por aquele suculento cheiro de carne assada que invadia minha respiração e inebriava meu olfato. Ao colocar meus pés para dentro do lugar, me deparei com várias pessoas sentadas em mesas com cinco pessoas cada. Reparei uma vazia e me sentei depressa acomodando as costas na escora da cadeira alta de madeira envernizada. Logo um garçom trouxe o cardápio e fiz minha escolha breve; esperando o prato ser preparado, eu fiquei reparando nas pessoas que ali estavam. Minha narinas respiravam aquele ar aconchegante às minhas narinas e a fome atravessava meus pensamentos, me deixando só sentir a sensação que alimentava a vala do desejo.
Quando o garçom veio com o prato, logo após veio outro com um espeto de carne; escolhendo meu pedaço, ele foi para outra mesa. Depois de uns três minutos, o garçom veio novamente com o espeto e assim continuou. Fiquei cheio e pronto para ir embora, paguei a conta e fui caminhando para casa, mas no caminho resolvi dar uma passada rápida na casa do Bill, um amigo muito doido, que participava da turma com a qual eu era acostumando a sair. O cara era um extremo alcoólatra que dava trabalho para si mesmo e para as pessoas ao seu redor, uma pessoa boa, mas com muitos problemas por causa da cachaça. Quando entrei na casa dele, vi que ele não estava bem, ia dar uma hora da tarde e Bill, bêbado, jogado no sofá de sua casa, provavelmente estaria sozinho. Aproximei-me dele dizendo:
— Bill, Acorde… "



Na companhia dos pensamentos


Sinopse
As diferenciações de pensamentos lógicos dos supersticiosos ou digamos; de um princípio nos costumes, aqui são tratados de formas morais em valores dentro de uma espécie dominante, mas que são possíveis serem superados. Agradavelmente este livro com sua diferença em relação aos que dominam boa parte da humanidade, ou entre os que são dominados num grau de satisfação egocêntrica; o mesmo tem um propósito de levar ao leitor o poder de reflexão e flexibilidade a tudo que de fato pensamos diante de uma vida totalmente concreta e real na concepção do que a faz ser. Os homens que se autodenominam pensantes ou capazes de carregarem a lógica em seus fardos, afastam de si, os seres que exprimem o modo contrário do que por sua fez, se torna pensamentos lógicos, assim o livro deixa bem claro no desenrolar do seu tema. Uma valorização admirável da capacidade de desvendar propósitos nas ponderações, faz com que o leitor entenda o objetivo de se pensar coerentemente durante uma vida de vários caminhos para se basear. Todos têm alguma atividade a ser executada após um pensamento, seja em qual for às circunstâncias, mas nem todas são executadas de forma coerente.



Pensamento 1

Passamos a vida buscando a felicidade, seja em nós mesmos ou no próximo, de qualquer forma, queremo-a custe o que custar, portanto, alimentamos a ilusão que ressalta a existência da vida, pelo aflorar dos nossos instintos cabíveis no individualismo pleno que habita no que chamamos de ser humano. Esperamos dias melhores, para que possamos sorrir alegremente, sempre buscando o retorno, pois somos dotados de interesses sentimentais. Pensamos incansavelmente em caminhar com a cabeça erguida, sem o desânimo para nos bloquear da ambição de vencer. Corremos para encontrar as trilhas dos prazeres, que se desfazem nas penumbras que descansam e refletem no interior corrompido pelos costumes de nossa civilização. Dissolvemos os sentimentos de nós para nós mesmos, amarmos o prazer de amar e não o de ser amado, uma complexa hipocrisia que não aceitamos, mas que fazemos com o maior desejo, não vivemos sem isso e a força que nos mantém vivos para sentirmos as diversas sensações é puramente egoísta. A pobreza individual que não percebemos e que dizemos ser bela por sempre esperarmos o retorno, socialmente dizendo, é o que constrói a paz do mundo. Talvez, pois todos nós queremos nos destacar para os outros como se fôssemos importantes. Fazer o bem pode estar na maioria das vezes em nossas mãos, mas deixamos escapar por uns reflexos de momentos que não nos consideramos capazes; quem sabe, seja isso o que faz a pura decadência não tomar conta.



Pensamento 9

Sentir-se solitário perante o desfecho dos outros, será considerado uma injustiça? E os solitários que se isolam dos outros por se sentirem excluídos perante seus defeitos? De qualquer forma, o que é solidão? Isolamento da verdade imposta é o que podemos considerar mais natural, por medo da decepção aleatória ou por egoísmo e orgulho, tudo depende da situação do indivíduo. Alguns têm o fardo maior que as atitudes, pensando serem maiores ainda que ambos. O deserto parece ser grande troféu para seu ego, pois somente com o mesmo sentirá importante diante de níveis menores que o dele próprio. Desabitado por completo, usando sua negação para chamar um pouco da mísera atenção, despovoado por empenho de compor a mais difícil tarefa que todos acreditam ser impossível, assim o solitário se considera importante quando voa por sua solidão repleta de observadores. Isso quando não há sintomas da depressão corrosiva do interior traumático.



Pensamento 15

Substituir a natureza com assertividade por uma apresentação que constituiu as sucessões e que nunca concluiu o palpável, é semelhante ao irreal. O que ficar escondido por alguma barreira pré-construída para valorizar a imaginação, não merece tamanho prestígio. Característica do provável é sutil à comprovação do acerto real, não da incerteza constante limitada. Em frações de segundos, ganhamos o poder de diferenciar a natureza do pensamento supersticioso, em questão de séculos perdemos o poder de abraçar este segundo. Absolutamente possuímos muitos poderes, mas estamos em constantes limitações perante a ponderação honrada da antiga ideologia contaminadora que nos deixaram hostis ao poder, contrariando os graciosos pensamentos imunes, que agora vêm da sujeira corrosiva. Incomodaram os filósofos que sofreram a esta agressão platônica refletindo nos comportamentos que nunca pediram que acontecessem, mas agora nós os teremos para eliminar, atrasando o processo que poderia ser muito mais coerente.



Pensamento 18

Instituições ousam se denominar um mecanismo social para um controle do funcionamento da sociedade, implantando a visualização dos indivíduos. Criação para interesse social que os usam nas experiências do processamento sociocultural; não seria embasamento pré-escrito no alicerce do poder fundado por outros interesses? Por sua formação regrada e normalizada, visam ao mirabolante plano de ordem aos indivíduos e suas próprias construções organizacionais. Essas interações, formais ou informais (vamos considerar com esta expressão), se encontram dispensáveis à compreensão lógica da evolução social? O projeto de exposição ao conhecimento dos processos avançadamente Culturais: onde estamos vendo esta essência? Instituições são responsáveis para o complemento da organização de interações sociais diversificadas, a investigação do analisador de evolução cultural e desenvolvimentos associados a um ambiente favorável aos recursos que incentivam a satisfação das necessidades sociais, onde se encontram?



Pensamento 20

Não há em momento algum o erro maior que confundir o pensamento de um sujeito delicado à interpretação. Considero a maior verdade da razão limitada: são conclusões pré-estabelecidas pelo pensamento exterior, este erro poderia ser o castigo dos intelectuais com hábitos de superioridade aos pensamentos convencionais ou dos mais intrigantes e complexos que sejam. A humanidade chegou a certo ponto que santificou seus próprios pensamentos, como se quisesse o ato superior abrangendo tudo para seus retornos egoístas. Levam o nome do pensamento ao mais íntimo aumento da propriedade que já não consegue limitar o processo agressivo de impulso calculado. Tudo que é proposição formulada pela confusão de interpretarem errado um pensamento, são os legisladores da moral intelectual composta pelo prazer da superação, pisoteando os frágeis pensamentos que tentam seu espaço no procedimento. Estou convencido que o ser humano se tornou a mais perigosa existência, o motivo da confusão entre o hábito de extrema elevação do intelecto se torna inconfundível. A fórmula geral do pensamento é uma reflexão, já que somos dotados deste poder. Em todas as épocas o erro permaneceu, contudo, também somos dotados de reformulação ao passado errante, então a correção está lhe chamando.




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