sábado, 4 de julho de 2015

O CINECLUBE ZUMBIS APRESENTA: “BETTY BLUE”, de Jean-Jacques Beinex

 



<ENTRADA FRANCA> 
*Baseado no livro de Philippe Djian;
  *Após a exibição será feito o debate do filme.

Local: Anfiteatro da Unemat.

Data e Horário: Sábado, 28/03, às 18:00h.

Título original: “37°2. Le Matin”

Produção: 2005

Lançamento: 9 de abril 1986

País de origem: França

Idioma do Áudio: Francês

Diretor: Jean-Jacques Beineix

Elenco:
Béatrice Dalle 
Jean-Hugues Anglade  
Gérard Darmon 
Consuelo de Haviland
Dominique Pinon  
Jacques Mathou

Gênero: Drama / Romance

Tamanho do arquivo: 7.67 Gb

CLASSIFICAÇÃO: 18 anos


SINOPSE:

<<Zorg é um faz-tudo que cuida de vários bangalôs de praia na França. Ele vive uma vida tranquila, trabalhando seriamente e escrevendo no seu tempo livre. Um dia, Betty aparece em sua vida, uma jovem tão linda quanto selvagem e imprevisível. Inesperadamente, o jeito irreverente de Betty começa a fugir do controle. Zorg percebe que a mulher que ama está lentamente ficando louca. Quando o relacionamento dos dois se torna um caos, será que o amor pode prevalecer?>>


CRÍTICA:

<<Não é tão comum no cinema (como na musica) que você seja transportado de maneira tão absorta para outra década, outro país, outra realidade. Jean-Jacques Beneix, no entanto, é um dos caras que consegue. Sua (melhor) obra, conhecida mundialmente como Betty Blue – no original, 37.2 le matin ou 37.2 graus pela manhã, é uma daquelas que envelhece bem. Fica datada, mas tem o poder de te tragar para outro mundo junto com ela.

“Eu conhecia Betty há uma semana. Transávamos todas as noites. A previsão era de tempestade”, diz Zorg na primeira e escandalosa cena do filme, num bangalô fuleiro em algum canto (mais precisamente em Gruissan) da região praiana da França, onde o calor espanta o olhar blasé.

37.2 causou frisson nos anos 80 e desde então só Deus sabe quantos rapazes colocariam fogo em suas casas e correriam atrás de Betty sem olhar pra trás: a única mulher da história do cinema que consegue ser indecentemente sexy usando calcinhas de algodão.

É um bom retrato sobre como paixões inflamadas podem descambar para a loucura, de verdade. Existe uma série de bons filmes com o mesmo gancho, mas Betty Blue é realmente um dos mais plasticamente belos — parte por conta do elenco (Jean-Hugues Anglade e seu peitoral torneado ao lado da estonteante novata Béatrice Dalle, tida na época como a nova Brigitte Bardot, OU SEJA, imagine isso aí…), parte pela mão do diretor de fotografia. Vale ressaltar que, embora não seja visível, a trilha sonora de Gabriel Yared é quase palpável no filme, tão “par perfeito” quanto queijo e goiabada ou mostarda e ketchup.>>


PREMIAÇÕES:


- Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.

- Recebeu uma indicação ao BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro.

- Ganhou o César de Melhor Pôster, além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Jean-Hughes Anglade), Melhor Atriz (Béatrice Dalle), Melhor Ator Coadjuvante (Gérard Darmon), Melhor Atriz Coadjuvante (Clémentine Célarié), Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora.

- Ganhou o Grand Prix das Américas e o prêmio de Melhor Filme - Voto Popular, no Festival de Montreal.

- Ganhou o prêmio de Melhor Diretor, no Festival de Seattle.

<Curiosidades>

*Filme de estreia de Béatrice Dalle;

*A versão original é em 185 minutos, mas as que chegaram às salas de cinema variam entre 115 minutos e 121 minutos. A versão disponibilizada aqui é a versão do diretor, integral!


Duração:  185 minutos


FONTES:


Filmow:

IMDB:

Livraria Cultura:  

Making Off:

Wikipedia:
  






TRILHA MUSICAL




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